Pregador da palavra de Deus

Ser um pregador da palavra de Deus ou mesmo um instrutor bíblico, professor de Escola Dominical, vai exigir mais dessas pessoas do que um simples abrir a Bíblia e falar um monte de blá blá blá baseado na experiência ou no achometro do arauto.
Os temas impostos pela sociedade moderna são bem mais complexos do que aqueles de uns anos atrás. No passado a questão era se o crente fumava ou não fumava, bebia ou não bebia, via ou não via televisão. Essas questões nos dias de hoje parecem brincadeiras de crianças.
Os temas da atualidade são aborto, eutanásia, casamento entre pessoas do mesmo sexo, homossexualismo, ordenação de gays para pastores, violência contra a mulher e crianças, injustiça social, legalização da maconha, e outros tantos.
O pastor do alto da sua sabedoria não pode dizer: “sou contra”. Isso a gente já sabe. O que as pessoas estão querendo é justamente o porquê se é contra. Quais os argumentos. Quais os fundamentos sociológicos, econômicos, científicos, religiosos, bíblicos, filosóficos e outros que norteiam a tomada de posição. Pastores que não estudam podem pedir ajuda ou então vão falar besteiras e muitas.
Outra coisa que pastor gosta de pregar é sobre a depressão. Não entende nada sobre o assunto. Não sabe como alguém fica deprimido e não sabe que tipo de tratamento a pessoa precisa. Mas o homem coloca tudo num balaio só e diz que é coisa espiritual, quando não possessão demoníaca. Pastores que não entendem desse assunto deveriam ser proibidos de pregar sobre a depressão. Seria um imenso favor a milhares de pessoas que sofrem dessa doença.
Tem mais coisas, mas escrevo depois.
ACB

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