A lei da semeadura para toda a eternidade

leia da semeadura

Há uma verdade que não pode ser escondida em relação a sustentar a causa do Reino de Cristo: a lei da semeadura.
Somente colhemos o que plantamos. Assim sendo, é imperativo que se semeie. Eu escolhi semear.
Escolhi investir recursos em missionários, obras sociais, pastores, seminaristas etc.
Os frutos são para a eternidade.
Um dia o Leão (o verdadeiro) vai chamar a mim e a você para vermos os tesouros que mandamos para o lar eterno.
Espero que a sua surpresa seja boa!
Antonio Carlos Barro

visite www.sermao.com.br e também www.ejesus.com.br

10 coisas que pastores não gostam sobre o pastorado

Autor Thom S. Rainer lista 10 coisas que atormentam a vida de qualquer pastor. Naturalmente, ele está escrevendo desde o seu contexto norte-americano. Aqui no Brasil, quais seriam as coisas que os pastores não gostam a respeito do pastorado?

Veja a lista original do americano. Entre no site e escreva a sua opinião.

10. Tratar com as finanças da igreja (nem todos, é verdade)
9. Casamento
8. Fazer os avisos durante o culto
7. Críticos persistentes
6. Críticas anônimas
5. Aconselhamento pastoral
4. Quando tratam a esposa como sendo funcionária da igreja
3. Amigos que não apoiam o pastor publicamente
2. Funerais de não crentes
1. Reuniões de diretoria/conselho.

Quantas coisas!

Eu acrescento:

1. Reunião de oração interminável
2. Ligação de crente para falar nada com nada na hora do jogo do São Paulo
3. Crente me esperando na porta da igreja antes do culto pra contar algum problema que eu não posso fazer nada naquela hora
3. Aguentar as “pregações” durante o louvor
5. Tratar meus filhos com desigualdade por serem filhos do pastor.

Antonio Carlos Barro
www.ftsa.edu.br

Políticos e pastores

Os políticos estão sempre de plantão para numa virada de mesa, num zaz-traz, aderirem a qualquer movimento de massa sem a menor preocupação ou pudor a respeito do que está sendo reivindicado, pois desejam apenas e tão somente livrar seus mandatos.

Semelhantemente, muitos profetas evangélicos surgem nessas horas. Gente que não está nem ai para a situação do povo e da miserabilidade que toma conta do Brasil, mas que aproveitam a oportunidade para se alinhar com os anseios das ruas. Escrevem bonito, palavras ensaiadas e bem adornadas ao gosto de leitores baba-ovos. O preço da batata na feira não se altera um centavo por causa dessas adesões.

Todo povo tem o governo e os pastores que merecem. Os brasileiros tem esse governo e os evangélicos tem esses pastores.

Aqueles que abandonam a carreira cristã

2Timóteo 4.9-22

Por que alguém em sã consciência quer ser um ministro da palavra? Estamos falando  daquelas pessoas que abnegadamente abraçam ao ministério, não considerando o custo de tal empreitada. Que mistério é esse que leva um jovem ou uma jovem a deixar uma faculdade, uma carreira promissora no mundo dos negócios para se dedicar exclusivamente ao pastorado, a vida missionária?

O Apóstolo Paulo, no final da sua carreira cristã, após uma intensa e apaixonada vida dedicada a Jesus Cristo, escreve a Timóteo, seu dileto filho na fé, e detalha a ele uma lista de pessoas que estiveram próximas do seu ministério. Nesta lista verificaremos três tipos de obreiros cristãos:

Aqueles que abandonam a carreira cristã

Demas, nome grego, “abandonou e amou o presente mundo”. Não sabemos a razão deste abandono, tendo em vista que Demas era um dos colaboradores mais íntimos de Paulo. Quando Paulo escreveu a carta aos Colossenses (4.14), anos antes desta carta a Timóteo, da mesma cidade de Roma, Demas e Lucas estavam com ele. Agora ele diz: “Demas me abandonou”. Houve alguma discordância entre eles? Ficou ele cansado de estar associado a um homem que atraia muitas perseguições e calunias? Sabemos apenas que ele abandonou a igreja. “Amou o presente mundo”. Isto não significa necessariamente que ele tenha abandonado a fé cristã, mas sim que ao considerar as vantagens de estar servindo a Cristo ao lado de Paulo e as vantagens oferecidas pelo mundo, preferiu ele a segunda. Para Calvino, ele “… preferiu a sua conveniência particular, sua segurança, tendo deixado a Paulo entregue à sua sorte”.

A atitude de Paulo, nesta situação, creio que pode ser expressa numa frase contemporânea: “Tudo bem, vamos em frente”. Esta atitude pode ser vista em duas expressões: “Lucas está comigo”. Alguns abandonam, outros permanecem firmes. A outra fala é esta designada a Marcos: “… é muito útil para o ministério”. O exército de Deus pode sofrer algumas baixas, mas sempre haverá pastores e obreiros que não dobram os seus joelhos aos deuses deste mundo.

Nos dias de hoje, são também muitos os que abandonam o barco. Decepcionaram-se com Cristo, com a igreja, com a liderança, com a denominação, com o salário, com as injustiças cometidas contra ele. O que fazer? Avancemos, pois ainda há muito que realizar em prol do reino de Deus.

Aqueles que atrapalham a carreira cristã

Alexandre “me fez muitos males” – “causou-me muitos males”. Paulo menciona outro Alexandre em 1Tm 1.20, dizendo que esta pessoa naufragou na fé e blasfemou. Este homem promovia as dissensões na igreja e Paulo o entregou a Satanás. Este outro fazia oposição a Paulo e contrariava os seus ensinamentos. Para Paulo, não existia nada mais grave do que ver alguém se opondo à mensagem de Cristo. Ele mesmo poderia suportar todas as coisas contra a sua pessoa, mas não tolerava ataques ao evangelho. A atitude de Paulo nesta situação é corajosa, pois identifica o faltoso chamando-o pelo nome. Vigia e toma cuidado com o que aquela pessoa está disseminando. Finalmente, vemos que ele descansa em Deus, pois ele conhece a todos e retribuirá a cada um segundo as suas obras (lei da semeadura). Paulo evoca o Salmo 62.13 “A ti também, Senhor, pertence a benignidade; pois retribuis a cada um segundo a sua obra”.

Nos dias de hoje, também são muitos os que atrapalham a obra de Deus. Devemos enfrentar a estes com caridade e realismo. Com caridade: Deus irá julgar as suas obras, não compete a nós fazer isto. Com realidade: A perseguição ao Cristianismo nunca é abstrata, mas sempre personalizada. Infelizmente temos no meio da igreja líderes abusivos. Pessoas que se utilizam amizade e colegas para galgar posições de liderança e que descartam os outros assim que os seus objetivos são alcançados.

Aqueles que realizam a carreira cristã

Neste capítulo, Paulo menciona 18 pessoas. Duas delas causaram grandes males ao evangelho, todavia outras estão firmes. Marcos é útil ao ministério. Trófimo está inclusive doente em Mileto. Crescente, Tíquico e Tito estão viajando em missões.

Atitude e mensagem de Paulo aos que permanecem firmes, aos que enfrentam a ministério com bravura e não consideram suas vidas mais preciosas do que a vida de Jesus Cristo. Ele afirma a mensagem da presença constante de Deus que nos assistirá em todos os momentos, revestindo e fortalecendo para o para o cumprimento da missão. E mais ainda, Deus nos protegerá da boca do leão. Provérbio que era usado para denotar extremo perigo e finalmente Deus nos conduzirá ao seu lar celestial.

Nos dias de hoje, precisamos recobrar este significado e motivação para a nossa carreira cristã, caso contrário, também nos veremos em tentações de desistir da igreja e da sua missão. São tantas as lutas, as noites de insônia, os choros escondidos por causa das perseguições e injustiças. Todavia, antes de nós outros passaram pelos mesmos sofrimentos e não desistiram do ministério.

Ao final da vida, Paulo orienta a Timóteo e a todos os que militam na obra de Deus a que mantenham o foco bem ajustado: Preguem a palavra para que haja salvação e que Deus receba a glória para todo o sempre.

Conclusão

Desde que a igreja foi fundada na terra nós temos basicamente estes três grupos: os que começam e abandonam; os que permanecem e infernizam a vida dos outros e os que permanecem e trabalham pela causa de Cristo.

Resumindo, nós temos os tomadores e os doadores. Alguns querem apenas usufruir daquilo que a igreja oferece e não retribuem em quase nada. Assim, a igreja continua dependendo destes poucos que são comprometidos e que esperam com confiança no Senhor. Quem colocou as mãos no arado não pode mais olhar para trás.

Antonio Carlos Barro
www.ftsa.edu.br

Ser pastor é molezinha

Outro dia meu amigo Pr. Eduardo Pellissier disse algo interessante. Alguém comentou com ele que ser pastor era uma moleza, ao que ele respondeu: “Tem vaga, você quer candidatar-se?”
Isso me lembra um fala do Mestre: “A seara é grande, e pouco são os trabalhadores”. Tem pastor e pastor. Ou melhor, tem Pastor e pastor. Tem uns mequetrefes por ai tagarelando coisas bíblicas, misturando alho com bugalho, citando metade de um verso com metade do outro, tem uma fala mansa e fala as sandices que o povo quer ouvir. Esses “pastores” estão bem. Vidona boa. Mas como disse num outro artigo, o povo gosta.
Pastor que estuda, prepara o sermão, lê livros e artigos, freqüenta congressos, faz reciclagem, escreve e reflete. Esse realmente está cada vez mais raro. Para esse tipo de pastorado tem poucos candidatos. O sujeito tem que ralar quatro anos num curso de teologia, depois tem que fazer estágio numa igreja, tem que preparar o sermão e a aulas da Escola Dominical, tem que visitar os doentes, arrumar emprego, aconselhar casais, organizar os departamentos da igreja, fazer o boletim, escrever o artigo e editar as notícias. Tem tanta coisa e ainda vem um esperto e diz que é molezinha.
Você acha mesmo?
Tem vaga.
Entre no site da Faculdade Teológica Sul Americana e venha fazer parte dessa molezinha.

ACB

Pastores mandam 70 milhões de reais

A coluna Holofote da Revista VEJA (edição 2181) traz uma notinha pequena, bestinha e que quase passa batida. Luiz Antonio Galebe é dono do Shop Tour que detem 19 retransmissoras de TV e uma geradora. Pois bem, o mesmo colocou para vender seu negócio. Quase fechou concretizou a venda. Pasmem vocês que os compradores eram pastores evangélicos e que ofereceram a bagatela de 70 milhões de reais! Gelebe recusou a oferta, pois quer 100 milhões. Seria interessante saber quem são esses pastores e de onde eles tiram tanto dinheiro!

Pastores prestam relatórios a Jesus

Um grupo de pastores, não satisfeito apenas em apresentar relatórios em seus concílios denominacionais, procura Jesus para prestar a ele uma lista de atividades desenvolvidas em seus pastorados. Notava-se, pelo entusiasmo e risos dos mesmos, que tinham certeza absoluta de que receberiam por parte do Mestre dos mestres e do Pastor dos pastores as mais altas honrarias e elogios. Anteviam inclusive a possibilidade de tripudiar sobre seus colegas, não tão bem sucedidos, mostrando a eles uma carta de recomendação de Jesus.
Com isso em mente, elaboram seus relatórios em três categorias: profecia, exorcismo e sinais e maravilhas.
Essas categorias valem a pena mencionar, estavam no topo da lista das mais procuradas por todos os pastores. Havia muita disputa e muita propaganda sobre essas atividades. A realização das mesmas produzia frutos e gerava não somente receitas, mas também um grande afluxo de pessoas aos templos. Alguns pastores, mais humildes, não gostavam de falar sobre isso. Outros procuravam esses sinais, mas não conseguiam realizá-los. Alguns até mesmo oravam suplicando essas graças, mas não as recebiam. Certo mesmo é que esses pastores haviam conseguido essas proezas e queriam agora relatá-las a Jesus.
Como qualquer relatório digno de nota, começaram dizendo que tudo havia sido feito para Jesus. Foi por causa de Jesus e foi em nome de Jesus. Toda a glória foi dada ao Senhor, e que ninguém duvidasse disso.
As profecias foram muitas. Profetizaram que pessoas seriam curadas, que empresários ficariam ricos, que o evangelho seria pregado em mais de 150 países do mundo através de seus programas televisivos, que quem doasse R$1.000,00 teria essa quantia multiplicada muitas vezes, que nas cidades (aqui mencionaram as grandes cidades do Brasil) não haveria mais pobreza, prostituição e violência. Profetizaram ainda que os senhores Fulano e Beltrano, que eram os maiorais da igreja, seriam eleitos governadores, senadores e deputados. Profetizaram o fim do movimento gay. A lista era enorme. Notou-se que Jesus se cansava e decidiram então pular para o próximo item: exorcismo.
Essa lista era impressionante. Esses exorcismos, para que não pairasse nenhuma dúvida, estavam todos documentados e gravados. Todos foram realizados à vista do público e televisionados para todo o país. Demônios foram humilhados e tratados como seres miseráveis. Fizeram desses demônios o que queriam (tudo em nome de Jesus). Expulsavam, deixavam os demônios esperando, mandavam os mesmos retornarem ao corpo dos endemoninhados para depois exorcizarem os mesmos para sempre. Faziam isso para mostrar grande autoridade sobre os mesmos. Alguns demônios foram escolhidos para serem entrevistados. Eles eram inquiridos a respeito de suas origens, o que faziam e quais os propósitos em atormentar suas vitimas. Os demônios obedeciam a todas as ordens.
Juntando o primeiro relatório com esse segundo, os pastores perceberam que Jesus estava um pouco enfadado. Começaram a pensar se Jesus tinha outras coisas para fazer e por isso apressaram-se a apresentar a terceira parte das atividades. Se as duas primeiras partes impressionavam, Jesus não havia visto nada ainda. Esse último relato era de maravilhar não somente Jesus, mas a todos os anjos do céu.
Mais uma vez, fizeram questão de mencionar que tudo foi feito em nome de Jesus. Destacavam essa motivação porque alguns outros pastores, certamente fracassados e frustrados por não terem tais poderes, os criticavam dizendo que aquilo tudo era um show. Por isso, queriam deixar bem claro que tudo era para Jesus.
E de fato, fizeram muitos sinais e maravilhas. Surdos ouviram, cegos passaram a enxergar, pernas encurtadas foram restauradas, cânceres foram extirpados. Coisas mais simples nem relataram, tais como dores de cabeça, unha encravada, dores na coluna, etc. Percebendo certo sorriso nos lábios de Jesus, passaram a relatar então aquilo que de fato o impressionaria, pois certamente essas coisas já mencionadas Jesus havia curado no seu tempo, mas curar alguém de AIDS, restaurar a heterossexualidade e emagrecer obesos, isso Jesus não tinha feito. Mas a lista não se limitava ao físico apenas. Impressionava mesmo era o número de pessoas que haviam doado suas posses para a igreja e que agora estavam milionárias. Algumas dessas pessoas estavam à beira da falência e quando entregaram suas casas e carros, receberam muitas vezes mais, inclusive carros importados. Havia ainda um item nessa parte do relatório que eles relutaram um pouco, mas vendo que Jesus estava se preparando para dar os vivas e os améns, entusiasmaram e disseram: “Jesus, quando o Senhor andou pela Terra, lembra-se que andava a pé pelas estradas empoeiradas da Palestina? Que não tinha nem uma casinha para passar o final de semana?” Vendo que Jesus balançava a cabeça concordando, arremataram mencionando que eles, em nome de Jesus, não somente viajavam de avião, mas que por causa do caos dos aeroportos brasileiros, compraram seus próprios jatinhos. Para que Jesus não pensasse nada errado, explicaram que eram jatos na bagatela dos seus dez a vinte milhões de reais e que isso comparado com os grandes empresários não era muita coisa. Quanto a morar bem, justificaram que precisavam dar o exemplo de que quem crer também precisa tomar posse, por isso, as mansões eram sinais visíveis das bênçãos divinas.
Nesse momento, o momento da apoteose, Jesus se levanta, dá uma espreguiçada e diz a eles uma breve sentença: “Vão para o inferno”.
Assustados e perplexos, um olha para o outro como que perguntando se haviam entendido bem. Será que ele disse que devemos ir para o inferno? Foi isso que escutamos? A comoção era geral, pois quando o relatório foi dado no concílio houve aplausos, votos de louvor, registro especial em atas. Alguns dos pastores haviam inclusive recebido diplomas e placas. Outros foram até mesmo elevados a bispos e alguns a apóstolos. Como agora essas palavras: “Vão para o inferno”.
Certamente que Jesus devia a eles uma explicação. Algo estava errado. Formou-se entre eles um comitê para levar Jesus a um lugar mais calmo, longe dos outros pastores para dar detalhes e o porquê ele não estava contente com tamanha atividade em seu nome.
Jesus não explica muito. Diz que apenas três coisas. A primeira é que ele não os conhecia. Mesmo tendo muita notoriedade por causa de suas mega igrejas, grandiosos programas no rádio e na televisão, das impressionantes casas e jatos que possuíam, das autoridades que os receberam em seus gabinetes, das parceiras com os poderosos na Terra, mesmo e apesar de todas essas coisas, Jesus afirmou mais uma vez que não sabia nada a respeito deles. Suas atividades não foram registradas nos livros divinos. Tudo o que fizeram passou em brancas nuvens. Nada. Nem uma linha para a posteridade.
Assombrados com essa revelação ouvem de Jesus uma segunda coisa. Que Jesus iria para um lado e que eles iriam outro lado. Ao dizer isso Jesus aponta para um grande clarão ao longe. Chocados, eles percebem que aquele é lado do inferno. Pensam que alguma coisa está mesmo muito errada, pois eles haviam acabado com os demônios daquele lugar, eles haviam saqueado o inferno, haviam amarrado o diabo e seus asseclas. Jesus vendo a perplexidade em seus olhos estica os braços e, aponta para a mesma direção.
Mas eles insistem o porquê de tão inusitado veredito. Pacientemente, antes que prossigam na jornada, Jesus lhes informa a razão: vocês praticaram iniqüidades. Nesse momento eles não se contem. Como assim! Como praticamos iniqüidades se vimos o povo recebendo as profecias, livres dos demônios e felizes dando testemunhos de tantos milagres que realizamos?
Jesus lhes pergunta: “vocês não estudaram grego no seminário?” Grego? O que isso tem a ver com nossas atividades? Jesus então lhe diz que no grego a palavra anomós que foi traduzida por iniqüidade significa sem lei. “Vocês viveram sem lei, isso é: foram injustos em tudo o que fizeram. Não se preocuparam com o Juiz que fez leis e que tinha sua vontade a ser seguida. Viveram por suas próprias leis e vontades”.
O que eles haviam feito foi desviar foi enganar seus seguidores do verdadeiro Jesus e haviam usado o seu nome para confundir essas pessoas, muitas crédulas, e roubar delas o privilégio de ter tido um relacionamento digno com ele. Eles haviam induzido essas pessoas a fazer de Jesus um simples almoxarife celestial. Jesus lhes explica que não foi para isso que ele veio ao mundo. Jesus ainda lhes ensina que eles fizeram da igreja um grande negócio financeiro para proveito próprio. Que não se preocuparam em fazer missão e não pregaram o evangelho da redenção como ele havia pedido em seus mandamentos finais aos seus discípulos. Assim sendo, resume Jesus, vocês não entenderam nada, não me receberam, usaram meu nome falsamente, enganaram as pessoas e viveram como mercenários.
Esse foi apenas um grupo de pastores apresentando relatórios a Jesus. Há muitos outros na fila esperando para comparecer diante dele. Não há como escapar desse encontro.

Antonio Carlos Barro